A sua pesquisa
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The aim of this work is to present the singularity of the concept of anthropophagy in Brazilian culture. This article examines its use in the Modernist Movement of the 1920s and explores the possibilities it creates for thinking about Brazilian culture in nonidentitarian terms. We then use the concept of anthropophagy in a broader, practical sense to understand psychology as a kind of anthropophagical knowledge. We do so because in many ways the discipline of psychology is similar to Brazilian culture in its plurality and complexity. (PsycINFO Database Record (c) 2017 APA, all rights reserved)
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Este trabalho é uma tentativa de compreensão dos processos de subjetivação (e seus efeitos políticos) envolvidos nos modos de conhecimento dos saberes psi. Para tal, será levantado um conjunto de definições quanto à subjetividade e a seus modos de produção. Em seguida, serão analisadas as contribuições sobre o tema por parte da teoria ator-rede. Mais adiante, serão tomadas dessa teoria algumas diretrizes para possíveis estudos sobre modos de subjetivação engendrados pelos saberes e práticas psi. De modo mais específico, serão trabalhadas as formas com que as pesquisas psi engendram mundos e sujeitos por meio de políticas ontológicas específicas, gerando formas extorsivas ou recalcitrantes de articulação. É nesse aspecto que será feita a discussão dos modos políticos dessas formas de subjetivação.
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The aim of this research is an attempt to understand the changes in Konrad Lorenz’s texts, regarding his concept of human singularity and how it contrasts with other species. These texts, which have been published since the 1950s, usually differ greatly from those published by other ethologists, who seek universal patterns of human behaviour in emotional reactions and signal stimuli. However, Lorenz’s studies of the human species partially follow this description: its instinctive actions and innate triggering mechanisms are maladjusted, and the species has already lost its natural sociology and ecology. To evaluate the transformations of his Human Ethology we will employ some of Lorenz’s texts (Lorenz 1950/1971, 1969 and 1974). In this work, our historical discussion of these propositions will reference studies on governmentality (Foucault, 2004a e 2004b; Rose, 1998).
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El objetivo de este trabajo es examinar las tecnologías del yo producidas por prácticas psi, y más específicamente la introspección experimental y sus modos de entrenamiento en los la- boratorios de finales del siglo xix. Para ello tomaremos como base el concepto de tecnologías del yo desarrollada por Michel Foucault en los últimos años de su vida, en la década de 1980. Dichas tecnologías son analizables en categorías como las de sustancia, ascesis, prácticas del yo y telelología, así como en la distinción entre filosofía y espiritualidad. Estas herramientas conceptuales serán utilizadas con el objetivo de buscar las técnicas del yo presentes en prácticas de laboratorio de finales del siglo xix, especialmente en trabajos de autores como Helmholtz, Wundt y Titchener. Caminando hacía la conclusión, utilizaremos la epistemología política de Vinciane Despret, para quien estos trabajos no apuntan solamente a técnicas del yo, sino que igualmente sirven para problematizar nuestros modos de investigación.
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A meta deste trabalho é mapear as transformações nos experimentos psicológicos, apontando especialmente para os deslocamentos no lugar dos sujeitos participantes destes, notadamente no trânsito dos sujeitos treinados (onipresentes nos laboratórios psicológicos do século XIX) para os sujeitos ingênuos, que a partir da década de 1910, passam a se tornar o padrão, dentro de um tipo de design em que estes não tenham possibilidade de clareza do que está sendo experimentado. Esta transformação será discutida com base nos conceitos de docilidade e recalcitrância; se esta como possibilidade de resistência e colocação de novas questões por parte dos seres pesquisados já é considerada menor nas ciências humanas, a primeira, ou o assentimento perante as operações da pesquisa tenderia a se tornar maior nas operações com os sujeitos tratados como ingênuos.
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A tarefa deste artigo é propor algumas linhas de diálogo entre setores do pensamento kantiano, notadamente a Críticada Razão Pura e o campo da história da psicologia. Para tal, o texto se dividirá em duas partes. Na primeira parte serão trabalhadas de forma mais positiva as contribuições da crítica kantiana para a constituição de um determinado projeto de psicologia enquanto uma “Ciência da Experiência”, referindo-se à constituição dos primeiros laboratórios de psicologia a partir do terceiro quarto do século XIX. A hipótese aqui considerada é que as críticas kantianas aos modos de psicologia existentes no século XVIII foram mais orientadores para os saberes psicológicos posteriores do que as proposições mais positivas deste autor sobre este saber. A segunda parte do texto será conduzida a partir de apropriações que autores como Luís Cláudio Figueiredo e Michel Foucault fizeram da Crítica da Razão Pura para mapear um conjunto de modos de conhecimento e de experiências que são constitutivos dos saberes psicológicos. O que se buscaria aqui seria o entendimento de todo um modo de arranjo de saberes e experiências modernas que seriam fundamentais na descrição dos modos de psicologia contemporâneos. À guisa de conclusão será feita uma discussão sobre o sentido político destas apropriações críticas na história da psicologia.
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El objetivo de este artículo es contestar una serie de cuestiones planteadas por Sánchez-Criado sobre la ANT, especialmente sobre su posible carácter metafísico. Para esto ha sido propuesta la búsqueda de una definición sobre lo que es la agencia, sobre el papel que juega el principio de simetría, sobre el sentido de la in/distinción humanos-no humano, y sobre cómo debemos aproximarnos al estudio de la subjetividad o del self. Para tal cosa, se propone el esfuerzo de atravesar estas cuestiones, sin responderlas de forma categórica. El esfuerzo será una toma de posición sobre una serie de apuestas estratégicas. Así, será defendido el carácter de teoría solvente de la ANT, y se apunta un abordaje de la producción de subjetividad de forma más radical que el propuesto en el interior de la ANT. Partiendo de estas posiciones, también, se discutirán los conceptos de simetría y la distinción entre humanos y no humanos.
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Procura-se, aqui, saber por que a Psicologia, mesmo almejando-se científica, possui uma multiplicidade de orientações, sem que nenhuma saia vencedora, ou, ao menos, perdedora. Sem se ater à qualquer juízo epistemológico sobre a cientificidade da Psicologia, o que se busca aqui é a constituição de modelos que dêem conta deste estado de coisas. Inicialmente postula-se um modelo sincrônico e descritivo deste quadro da Psicologia, batizado de máquina de múltiplas capturas. Sugere-se aqui que as diferentes Psicologias representam diversos modos em que práticas sociais são acopladas a conceitos científicos que, com este poder de ser ciência, retornam às práticas sociais, produzindo subjetividades. Para explicar o funcionamento destas máquinas, é constituído um modelo diacrônico que visa buscar as condições históricas destas múltiplas capturas na modernidade, onde são inventadas diversas cisões como as existentes entre: homem X natureza; indivíduo autônomo X controlado; sujeito empírico X transcendental, passíveis de várias combinações.
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Este artículo es el resultado de una investigación particular, es la propuesta de un plan de trabajo para comprender la psicología en un sentido histórico y desde sus efectos prácticos en la actualidad. La tesis central es que nuestra experiencia de la subjetividad es efecto de un conjunto de prácticas de subjetivación, y que esta experiencia es una de las condiciones para el surgimiento mismo de la psicología, siendo ésta hoy en día uno de los más poderosos vectores de producción de subjetividad. Para ello propondremos inicialmente un conjunto de definiciones previas sobre la subjetividad, la producción de subjetividad y la psicología. A continuación serán analizadas algunas de las contribuciones sobre el tema de la producción de subjetividades, como los trabajos de Meyerson, Foucault, Guattari y Latour. Más adelante se propone una reflexión histórica de nuestra experiencia de subjetividad a partir de tres prácticas: 1) las de confesión; 2) las referentes a los dispositivos de privacidad; 3) las relativas a la descripción de las condiciones de autoconocimiento. Para acabar, se planteará cómo estas prácticas constituyen una experiencia constitutiva para la psicología y cómo éstas se establecen como poderosos dispositivos de producción de subjetividades.
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