A sua pesquisa
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Negli ultimi decenni le ricerche sulle missioni, e in particolare sulle missioni gesuitiche, si sono moltiplicate non più solo in una prospettiva di taglio istituzionale ma anche guardando appunto alla storia globale, attraverso quelle fonti europee ma anche locali in grado di mettere in luce la storia di quegli insediamenti da una prospettiva extra-europea. Ciò ha consentito di mettere in evidenza luci e - soprattutto - ombre dell'evangelizzazione, connettendo il fenomeno a quello più generale della colonizzazione europea delle quattro parti del mondo, per utilizzare la definizione coniata da Francesco Ingoli, prefetto della Congregazione de Propaganda Fide ai tempi della sua fondazione (1622). Da un lato dunque ricerche che hanno messo al centro le strategie della Santa Sede romana messe in atto per rafforzare la dimensione universalistica del cristianesimo, dall'altra studi che hanno posto l'attenzione sulle conseguenze dell'evangelizzazione su popolazioni del tutto ignare dell'esistenza di una fede cristiana fino all'arrivo di Colombo nel Nuovo Mondo. L'impostazione scelta da questo volume curato da Marina Massimi è ancora diversa e, nel panorama attuale, originale: partire da un contesto territoriale molto ristretto, come è il caso di Fermo, comune piccolo ma dalla storia secolare, per ricostruire, potremmo dire dal basso, un capitolo della storia del fenomeno missionario che ebbe in Italia e in Europa un impatto massiccio sulla società del tempo. Il libro si presenta dunque al tempo stesso come una microstoria, attenta a ricostruire casi di studio e biografie concrete di chi quel fenomeno lo animò in prima persona, e come una storia globale per l'impatto che la scelta missionaria ebbe sulla vita di tanti gesuiti che partendo da un contesto italiano periferico si dovettero confrontare con periferie assai più rispondenti a tale definizione, divise dall'Europa da immensi oceani.
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O artigo estuda um grupo de cartas elaboradas no âmbito da Companhia de Jesus: as Litterae Indipetae, pelas quais jovens jesuítas pedem ao Superior geral da Companhia para servirem nas Missões. As Indipetae transmitem a particularidade da vivência de cada autor, na busca de explicitar suas motivações quanto ao desejo de ir atuar nos contextos missionários do além-mar. Configura-se assim a grande riqueza desta documentação do ponto de vista psicológico. Nossa hipótese é a de que tais fontes carregam significativos conteúdos de elaboração pessoal, tendo em vista a definição do próprio projeto de vida. O recorte espaço temporal de nossa análise compreende dois grupos de cartas elaboradas por jesuítas italianos respectivamente no século XVII (período da Antiga Companhia), XIX e XX (período da Nova Companhia). Os resultados da análise apontam para aspectos de continuidade e descontinuidade e evidenciam na vontade o motor principal do processo subjetivo documentado na narrativa.
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O artigo aborda a integração entre os universos dos conceitos e o das práticas acerca da ordenação da imaginação e do uso das imagens na Idade Média e na Idade Moderna no Ocidente e no Brasil colonial. Evidencia que o funcionamento da imaginação é tomado de modo integrado aos processos do conhecimento sensorial, da memória e do entendimento, dos afetos e da vontade. Focaliza o estudo da imagem e do treino da imaginação no âmbito da retórica. Enfatiza as múltiplas dimensões das imagens enquanto processos culturais e a importância de apreender esta complexidade inclusive ao investigar os processos psíquicos por elas estimulados. Ao abordar esta temática, apresenta algumas sugestões metodológicas que se situam na interface entre a história cultural, a história dos saberes psicológicos e a psicologia. Propõe exemplos de transmissão de conceitos sobre imagens e imaginação e de utilização das imagens visando mobilizar o dinamismo psíquico dos destinatários em práticas culturais do Brasil colonial, tais como na pregação através do uso das metáforas, nas festas através do uso de alegorias, emblemas, figuras e estátuas; e nas narrativas do gênero alegóricos.
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O artigo discute na perspectiva da história dos saberes psicológicos, a contribuição de Agostinho de Hipona ao propor a narrativa autobiográfica como forma de conhecimento de si mesmo. Evidencia quanto assinalado por alguns intérpretes contemporâneos deste autor, acerca da importância de suas concepções para as atuais discussões acerca de narrativa autobiográfica e subjetividade. Delineia o envolvimento de todas as componentes do dinamismo psíquico (afetos, memória, entendimento e vontade) na elaboração do conhecimento de si mesmo e na escrita autobiográfica, segundo Agostinho. E por fim, mostra que, segundo esta concepção, conhecimento de si e narrativa autobiográfica possuem uma importante dimensão existencial: conhecimento de si mesmo coincide com a cura de si mesmo.
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O objetivo da pesquisa é evidenciar, nos escritos e na correspondência epistolar de Diego de Torres Bollo (1551-1638), missionário jesuíta espanhol no Paraguai nas primeiras décadas do século XVII, a elaboração da experiência acerca dos primeiros anos de vida missionária junto às populações indígenas, nos espaços territoriais chamados de Reduções. O método é abordar a tópica da experiência relatada nos documentos pelo autor e entendida conforme as categorias interpretativas próprias da cultura jesuítica da época. No âmbito da experiência narrada, serão evidenciados os saberes psicológicos elaborados na tradição cultural da Companhia de Jesus, especialmente os saberes referentes aos afetos.
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Nesse artigo, analisaremos as cartas de quatro missionarios italianos que atuaram nas primeiras decadas da missão no Paraguai: Simone Mascetta, Giuseppe Cataldini, Adriano Formoso e Pietro Commentali. Ao acompanhar as histórias desses primeiros enviados em missão na nova Província, investigaremos como, aos poucos, esse território irá integrar o horizonte missionário da Companhia. Num primeiro momento, analisaremos as “índias” como objeto do desejo missionario dos quatro jesuitas em suas cartas indipetae. Posteriormente, a leitura de outro tipo de cartas, escritas por eles uma vez chegados ao lugar de destino e relatos de suas vivências, permitirá perceber de que modo a Provincia do Paraguai, de lugar objeto de desejo, tornar-se-á espaço de presença e ação missionária, até a morte. Por fim, a análise dos catalogos trienais da provincia permitirá entender a colocação dos quatro missionarios, segundo rotulos e demandas proprias do universo da companhia vocacional a que pertencem.
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O artigo analisa na perspectiva da história do conhecimento psicológico uma narrativa produzida no Brasil no final do século XVII: a novela alegórica História do Predestinado Peregrino e de Seu Irmão Precito (1682). O autor do romance é um expoente importante da Companhia de Jesus no Brasil, que passou a ocupar o cargo de Provincial do mesmo: Padre Alexandre de Gusmão. Os resultados mostram que a novela propõe uma articulação entre a dimensão psíquica e espiritual, necessária e decisiva para a saúde e a cura das doenças anímicas. A atuação do dinamismo psíquico depende da escolha de um destino apropriado, ou em outras palavras que o facto de os apetites sejam dirigidos a um objecto adequado.
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Aim of this research is the persuasive communication in preaching performed in Brazil of the Modern Age. The sermons of Father Antonio Vieira, the famous Luso-Brazilian preacher, are analyzed. The method is historical cultural analysis. Result is that preaching is the product of a complex process of construction of certainty that, through the ordained use of the word according to the precepts of Rhetoric, obtains the effect of mobilizing the psychic dynamism of the recipients and thereby leads to intellectual certainty concerning the transmitted doctrinal content and to moral certainty concerning the pertinence of the reform of customs proposed by the preacher.
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A articulação entre delectare, movere et docere que define o objetivo da retórica antiga e moderna implica desde as origens uma concepção do uso da palavra voltada para a formação do homem e portanto uma estreita conexão da arte retórica com a arte de educar. A análise de manuais que se constituíram em instrumentos essenciais desta formação aponta a existência dessa conexão que se realiza pela capacidade da palavra mobilizar a pessoa em seu dinamismo corporal, psíquico e espiritual. No Brasil, a concepção da função educativa da palavra fundamenta toda a prática missionária dos jesuítas. Esta função é enfatizada levando em conta o caráter oral da cultura e de sua transmissão e a relevância atribuída ao poder da palavra pelas tradições culturais indígenas.
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Este trabalho aborda a construção de conceitos sobre os afetos na produção cultural do Brasil ao longo dos séculos XVI e XVII. A experiência emocional é interpretada, nesta perspectiva, com base na psicologia filosófica de inspiração aristotélico-tomista.
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O objeto do trabalho é a Psicologia transmitida e elaborada nos Seminários das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, no século XIX (até 1870). O material documentário, levantado nos acervos de tais instituições e considerado interessante para a pesquisa, é descrito segundo um plano de análise baseado em conceitos próprios dos conhecimentos psicológicos da época.
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- Artigo de periódico (204)
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- Tese (33)
Ano de publicação
- Entre 1900 e 1999 (64)
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Entre 2000 e 2026
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