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  • Este artigo problematiza a consolidação de uma postura feminista decolonial na transmissão acadêmico-política da história e epistemologia da Psicologia para a graduação. Toma-se a trajetória acadêmica, política e institucional do autor como um analisador das complexidades que habitam a formação teórica e prática em campos tais quais a Psicologia e o Feminismo Decolonial. Rumo a uma posição crítica subversiva desde o projeto feminista do Sul Global, é apresentada uma proposta de compreensão geopolítica da sociedade, da subjetividade e, consequentemente, da Psicologia. Em seguida, por meio de uma postura teórico-política interseccional, é apontado como gênero, raça, classe, sexualidade e território forjam e tensionam o projeto da Psicologia como ciência e profissão. Defende-se, por fim, uma formação em Psicologia que suporte a interminável disputa que habita as conflituosas perspectivas historiográficas, epistemológicas, teórico-metodológicas, conceituais e ético-políticas em torno do estudo e da intervenção no saber-fazer da Psicologia.

Última atualização da base de dados: 16/07/2026 00:05 (UTC)

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