A sua pesquisa
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O objeto do trabalho é a Psicologia transmitida e elaborada nos Seminários das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, no século XIX (até 1870). O material documentário, levantado nos acervos de tais instituições e considerado interessante para a pesquisa, é descrito segundo um plano de análise baseado em conceitos próprios dos conhecimentos psicológicos da época.
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O trabalho relata alguns aspectos significativos da discussão acerca dos modelos de Psicologia científica que se delineou em vários artigos publicados em periódicos científicos brasileiros nas primeiras décadas do século XX. Nesses, médicos, filósofos e psicólogos discutem os objetos, os métodos, os objetivos e a utilidade da Psicologia científica, tendo em vista os desenvolvimentos das mais importantes propostas teóricas, como a Psicanálise, o Behaviorismo, a Teoria da Forma, e confrontando-as com os desafios e as problemáticas da realidade sócio-cultural brasileira. A cientificidade da Psicologia é discutida tendo como referencial modelos mais gerais de ciência.
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A peregrinação constituiu-se na mais importante característica da devoção popular cristã da Europa medieval. E também numa maneira de conceber a vida humana que merece maiores estudos do ponto de vista da história das idéias psicológicas. No Barroco brasileiro encontramos esta antiga tradição revisitada na obra de Alexandre . de Gusmão; pedagogo, administrador e asceta jesuíta. Sua História do Predestinado Peregrino e seu Irmão Precito ( 1682) narra uma peregrinação religiosa como uma alegoria da experiência humana. De maneira peculiar; o autor sintetiza a Ética aristotélica na perspectiva da segunda escolástica. Gusmão prescreve os comportamentos necessários, isto é, os meios que devem ser tomados na jornada por este mundo afim de que se atinja a verdade que conduziria o homem de volta à morada paterna. Assim, ele fornece aos historiadores da ciência uma chave para entender o pensamento jesuítico do século XVII acerca do homem e suas relações sociais, com a natureza e com o divino.
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Este trabalho aborda a construção de conceitos sobre os afetos na produção cultural do Brasil ao longo dos séculos XVI e XVII. A experiência emocional é interpretada, nesta perspectiva, com base na psicologia filosófica de inspiração aristotélico-tomista.
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O objetivo deste trabalho é o estudo das relações entre identidade pessoal e política, tempo e história assim como delineiam-se em algumas obras de Padre Antônio Vieira. Nos detemos sobre textos especialmente significativos no que diz respeito à afirmação das concepções acerca do homem, do tempo e da história. A análise demonstra que, para Vieira e toda a tradição judaico-cristã à qual ele se remete, o sentido da história e a prática política constituem-se em dimensões essenciais da identidade humana. A reciprocidade profunda entre a história e o homem proporciona o reconhecimento de uma identificação do destino histórico pessoal e o da humanidade, de modo que cada um reconhece sua própria existência individual como parte da história da humanidade. Portanto, tempo e fatos históricos não são concebidos como fatores estranhos à interioridade do sujeito, mas como pertencentes à consciência que este tem de si mesmo.
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Autor
Tipo de recurso
Ano de publicação
- Entre 1900 e 1999 (80)
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Entre 2000 e 2026
(1.598)
- Entre 2000 e 2009 (452)
- Entre 2010 e 2019 (794)
- Entre 2020 e 2026 (352)