A sua pesquisa
Resultados 16 recursos
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Foi feita, em 1998, a réplica de uma pesquisa realizada entre 1929 e 1944 por Helena Antipoff e em 1993 por Regina Helena de Freitas Campos, com o objetivo de investigar o impacto, nos ideais das crianças de Belo Horizonte, da ênfase que a mídia vem dando ao consumismo na sociedade contemporânea. Um questionário aberto foi aplicado a 307 crianças (151 meninas e 156 meninos) da quarta série das escolas públicas e particulares de Belo Horizonte. Os dados referentes aos ideais destas crianças foram submetidos à análise de conteúdo, por gênero, e comparados com os dados das pesquisas anteriores. Foi comprovada a hipótese de que os valores transmitidos pela mídia vêm contribuindo para mudanças nos ideais infantis ao longo do século.
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Este trabalho aborda a construção de conceitos sobre os afetos na produção cultural do Brasil ao longo dos séculos XVI e XVII. A experiência emocional é interpretada, nesta perspectiva, com base na psicologia filosófica de inspiração aristotélico-tomista.
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A maior dificuldade que um psicólogo pode encontrar é a tentativa de definir a sua própria área de saber. Não apenas no que se refere aos seus objetos de estudo, mas também seus métodos, problemas e alvos teóricos e práticos. Para defini-la, ou assumimos um determinado ponto de vista, desprezando os demais, ou esperamos uma unificação futura, na certeza de que estamos acumulando elementos para tal. Dificuldade semelhante ocorre quando se tenta definir o ethos, ou o modo de subjetivação brasileiro. Tal dificuldade de circunscrição se deveria não apenas a uma mistura radical de cultura agregadas em nosso território, mas a um maior incremento de novas influências. Portanto, pensar no modo de subjetivação brasileiro implica em pensar em mais do que uma miscigenação consumada, mas uma constante possibilidade de novas misturas. Essa atitude é consoante ao que Oswald de Andrade chamou de cultura antropofágica. O objetivo deste artigo, é, pois, tormar este conceito antrofagia, não apenas para pensar o modo de subjetivação brasileira, mas de forma paralela, o modo de funcionamento plural das psicologias(AU)
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Tomando como ponto de partida as justificáveis objeções à formação hegemonicamente tecnicista oferecida aos psicólogos brasileiros, oriundas de diversos campos de saber, o trabalho examina o apelo à historiografia do grupalismo como recurso virtualmente apto a instaurar caminhos alternativos. Dentre os perigos do encontro entre grupalismo e historiografia, destaca as presenças freqüentes do especialismo acrítico e do teoricismo hipertrofiado nas reconstituições historiográficas elaboradas por diversos autores, características que, combinadas, reintroduziriam exatamente aquele tecnicismo que, em princípio, se aspiraria a combater. Paralelamente, vislumbra promessas de vias formativas originais, singulares e críticas, em alguns outros trabalhos historiográficos marcados pela perspectiva externalista, pela transdisciplinariedade e pela análise institucional das práticas grupais.
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Apresenta-se o trabalho pioneiro no Brasil, na área da Psicologia Social, de Dante Moreira Leite, consignado em três obras: O Caráter Nacional Brasileiro, Psicologia Diferencial e Psicologia e Literatura. Nessas obras examinam-se em particular os tópicos relações interpessoais, caráter nacional e vinculações entre Literatura e Psicologia. Apresentam-se também, brevemente, o Autor em suas atividades de professor, pesquisador, escritor, tradutor e administrador acadêmico.
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Trata-se de uma revisão dos textos psicossociais citados por Freud em Psicologia de massas e análise do eu. O objetivo é propor ao leitor algum conhecimento desses textos que já se perdem no tempo. São referidos textos de Wilfred Trotter, William MacDougall, Gustave Le Bon e Gabriel Tarde. Alude-se também a Durkheim, autor não citado por Freud, mas cuja referência permite contrastar uma visão psicologizante do fenômeno social, que é a de Freud e dos autores que ele cita, com um aporte em que o social é visto como independente do psicológico.
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Ao longo da história da Psicologia a educação inclusiva vem se mostrando como um desafio. Este pode ser traduzido como uma mescla de novas perspectivas e métodos com as mais diversas críticas aos resultados obtidos. O trabalho da psicóloga e educadora Helena Antipoff com educação especial mostra como estas duas possibilidades podem estar presentes.